Canção do Assassino (por José Lyra)
Assassino, assassino
Trago a ti a foice da morte
Destruindo seu destino
E roubando a sua sorte
No despertar da escuridão
Virei e farei morrer
O som da morte é minha canção
Serei o ultimo que iras ver
Morrer, opção que lhe darei
Correr, não é opção
Sua morte, presente que lhe farei
Sua morte, é minha visão
Sinto cheiro de sangue fresco
É tão forte que quase sinto o gosto
Os detalhes do corte parecem um afresco
Carmim e grosso é o sangue que parece com o mosto
Correr não aumentara seu tempo
Chegarei como uma brisa
Não importa a direção do vento
Arrancarei toda a sua vida
Assassino, assassino
Essa tempestade não tem abonança
Dê adeus ao seu destino
Não há mais esperança
Comentários
Postar um comentário
Muito obrigado por sua opinião, que Deus o abençoe!